Os melhores podcasts pra você ouvir no Halloween

por Renegados Cast & Geek Vox | 31 outubro 2014

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31 de outubro chegou e a internet está fervilhando com o clima e as referências ao Halloween ou, como é conhecido aqui, Dia das Bruxas.

E como a podosfera brasileira é muito diversificada, não podíamos deixar passar essa data sem indicar aqui episódios sombrios e divertidos que você pode ouvir nesse Halloween. Recomendamos fones de ouvido e um quarto escuro para entrar no clima: Clique pra continuar lendo

Descolinks #216: as 25 coisas que você deveria ter visto na internet esta semana

por Pedro Katchborian | 31 outubro 2014

1) Notícia da semana: Suzane von Richthofen se casa na prisão e a internet enlouquece

orangeisthenewsuzanespace_30 Clique pra continuar lendo

O vazio em cada curtida

por Box 1824 | 31 outubro 2014

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No Facebook e no Instagram acompanhamos o registro de vários acontecimentos na vida dos nossos contatos: festas incríveis, livros de cabeceira cabeçudos, drinks e jantares elaborados, janelas de avião, céu azul na praia, piqueniques, risadas. No Foursquare também estão registradas as passagens por alguma galeria de arte incrível, aeroportos internacionais ou festas VIP. Por que tudo isso?

 

Imagem é tudo
As mídias sociais criaram uma silenciosa e acirrada disputa entre as pessoas para mostrar quem aparenta ter a vida mais bacana. Pensamos que estamos felizes com o que temos até nos depararmos com um update na rede social que sussurra o contrário: você poderia ser mais interessante. Não para você, claro, mas para os outros. De que adianta ser feliz sem platéia? Compartilhar um ideal de vida é a cauda de pavão virtual — e nem sempre corresponde à realidade.

Tudo isso reflete traços emocionais e psicológicos profundos em cada um de nós, interferindo na nossa auto-imagem, auto-estima e também na forma como nos relacionamos. Quando compartilhamos uma foto, um link ou um pensamento nas redes sociais, apresentamos fragmentos daquilo que desejamos que nos defina. Dessa forma, existe a necessidade de aceitação.

Um estudo australiano afirmou que o Facebook alimenta a necessidade de auto-promoção de usuários com característica mais narcisista e extrovertida. Ao mesmo tempo, são os solitários que gastam mais tempo na rede social, como uma forma de interagirem com o mundo. Receber um comentário em um post estimula a auto-estima e também pode aliviar uma solidão. As pessoas esperam ler o quanto ficaram bonitas na nova foto do perfil, como é lindo o lugar em que passaram as férias, ou como elas possuem bom gosto musical.

 

Ansiedade pela audiência
Porém, na era do imediatismo provido pela mobilidade, cria-se uma angústia e ansiedade por feedbacks – estes que vem em forma de likes e comentários. Muito mais que um narcisismo, é a carência e a necessidade de pertencimento. Números que vão crescendo. Refresh. Mais likes. A quantidade torna-se maior que a qualidade, como pequenas manifestações de interesse que tentam preencher algum vazio. Tudo é quantificável. Clique aqui pra continuar lendo a matéria no Medium da Box1824 >>>

 

 

Contrariando a ideologia do próprio criador, Facebook agora incentiva anonimato na web

por Pedro Katchborian | 31 outubro 2014

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E o Facebook continua surpreendendo a gente. Depois de anunciar a criação de um aplicativo para a discussão em fóruns anônimos, agora Mark e Cia. trouxeram um suporte à rede social pros usuários do Tor, o browser pra quem quer navegar na internet e não compartilhar informações como o IP ou o local em que você está. Clique pra continuar lendo

8 canais do YouTube pra você morrer de medo

por Pedro Katchborian | 31 outubro 2014

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Hoje é Halloween! Tá todo mundo falando sobre o Dia das Bruxas e é melhor você se preparar pra entrar no clima e sentir bastante medo, né? E pra isso você não precisa ficar procurando filmes de terror no Netflix. É só dar uma olhada no YouTube que você vai ficar sem dormir por uns dias.

Separamos 8 canais que trazem contos, histórias, curtas e tudo mais sobre terror:

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Belas Artes agora tem curso de graduação para… blogueiras de moda

por BIA GRANJA | 31 outubro 2014

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Imagem: @NanaRude

 

Em pleno 2014 tem gente que insiste em perguntar “se dá pra ganhar dinheiro com internet”. Esse lance de ~trabalhar com internet~, ganhar a vida fazendo blog, vídeo pro youtube e afins ainda é visto com desconfiança por uma parcela grande da sociedade e profissionalizar o meio é um enorme desafio pra quem vive de uma profissão que foi inventada pelas demandas e oportunidades de um mundo cada vez mais digital.

Sim, blog é uma profissão. Tem muitos blogueiros ganhando muito dinheiro por aí na internet, sobretudo no ramo da moda. Por conta do assunto, que é naturalmente ligado à consumo e poder aquisitivo, o dinheiro de marcas meio que transborda entre as blogueiras que vivem de look do dia, dicas de make e “estilo de vida”.

Criar conteúdo na internet e ganhar dinheiro com isso deve estar entre os maiores sonhos da geração que nasceu e cresceu conectada, daí que já tava demorando pra alguma universidade criar um curso de graduação oficial pra blogueiros, né?

Com consultoria de Alice Ferraz, a co-fundadora da F*Hits, primeira, única e maior rede de blogs de moda do Brasil (e também alvo de muitas polêmicas), a faculdade Belas Artes acaba de lançar seu curso de “Mídias Sociais Digitais“.

A imagem que abre essa matéria é de divulgação do curso. Clique pra continuar lendo

A democracia que não estava lá

por BIA GRANJA | 31 outubro 2014

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Logo depois da Copa veio o momento da verdadeira decisão para o país: as eleições! Todo mundo se empolgou: esse seria o primeiro pleito em que o Facebook é quase onipresente em todas as camadas da sociedade, os smartphones estão espalhados pelo país e os planos de dados estão cada vez mais baratos.

O que aconteceria na eleição mais digital que este país já viu?

Os otimistas vislumbraram redes sociais lotadas de discussões saudáveis. Só mesmo a internet, que é de todos, poderia fazer com que as pessoas exercitassem sua democracia em sua potencia máxima e sem censura.

Só ela teria força para tirar o brasileiro de sua alienação política. As eleições de 2014 seriam o corolário perfeito pra esse processo incrível que começou no ano passado e que poderia nos tirar de uma vez por todas da inércia política.

Pois as eleições vieram, as eleições foram e a democracia que tanto dissemos que iamos praticar não aconteceu da maneira como esperávamos.

Disseram que 2010 seria o ano da campanha online. Não foi! Daí disseram que seria dois anos depois. Nada! A maioria dos candidatos apenas reproduziu no online aquela coisa chata, intrusiva e hermética das campanhas offline. Neste ano esperávamos que as redes estivessem suficientemente maduras pra que tanto os candidatos quanto seus eleitores promovessem debates produtivos — mas também não rolou.

Clique aqui pra continuar lendo a minha coluna na Revista Galileu >>>

 

 

Vote aqui: Qual o maior barraco da história da internet?

por Pedro Katchborian | 31 outubro 2014

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A gente sabe que não há ciência exata pra fazer um viral de internet, mas um dos elementos que pode ser muito bem sucedido é o barraco. Tretas, discussões, gritaria, espontaneidade: tudo isso junto faz uma receita quase perfeita pra um vídeo ter aquele potencial de ir parar nas timelines de muita gente. E nós, brasileiros, sabemos ser barraqueiros como ninguém.

Quanto mais escandaloso, mais vergonhoso para as partes envolvidas for o barraco, maior é a chance de viralizar. Mas mesmo os barracos que não viralizam continuam circulando pela web em um loop infinito de vergonha alheia e comentários virando gírias por aí!

Mas qual deles é o mais legal? Vanessão 20 reais? Não quero falar com Bandeirantes? Vote abaixo e ajude a escolher o maior (e pior) barraco da web! Lembrando que é possível adicionar mais vídeos, caso você perceba que tem algum faltando. Se liga: Clique pra continuar lendo

YouTube pago? Site estuda cobrar por versão sem anúncios

por Pedro Katchborian | 30 outubro 2014

youtube

Um dos grandes méritos do YouTube é o fato de termos acesso a todo aquele conteúdo sem pagar um centavo sequer pro site. Só que como todo mundo precisa sobreviver, a empresa nos entope com anúncios antes dos vídeos. Nada mais justo. Mas, sabendo que às vezes é muito chato ter publicidade antes dos vídeos, o YouTube está pensando em fazer um serviço de assinatura pago, tirando todos os anúncios do site.

A CEO do YouTube, Susan Wojcicki, afirmou que a iniciativa parte da vontade de trazer uma experiência diferente aos usuários. “No momento o YouTube é financiado por anúncios, o que é ótimo porque nos permitiu escalar para um bilhão de usuários; mas haverá casos em que as pessoas vão dizer ‘Eu não quero ver os anúncios, ou eu quero ter uma experiência diferente”, afirmou.

Susan ainda comparou a ideia aos aplicativos que tem versões pagas e gratuitas, em que o usuário pode escolher o que lhe agrada mais. A iniciativa é bem interessante, mas como afirma o Daily Dot, o fato é que já nos acostumamos com o conteúdo grátis — e até já nos acostumamos com os anúncios. Será que daria certo? E será que isso afetaria os youtubers de alguma maneira?

Via Blue Bus

Agora que acabou: 7 pensamentos breves sobre as eleições mais nervosamente democráticas do país

por Ana Freitas | 30 outubro 2014

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Tenha ido você de 13 ou de 45, aposto que está tentando entender exatamente o que aconteceram nas últimas semanas. O clima acirrado e até agressivo, a guerra de desinformações e as campanhas sujas dos dois lados, a evanescência de Marina Silva e um resultado apertado demais pra qualquer coração aguentar.

Ao longo dessas semanas, o Facebook foi meu principal canal de informações sobre as eleições e foi lá que eu li todos os textos que me ajudaram a formar uma opinião. Depois de um trabalho de arqueologia digital, resgatei da timeline alguns trechos das análises mais interessantes que li antes, durante e depois da votação. Como ninguém mais aguenta textão, separamos pensamentos de um ou dois parágrafos que podem te ajudar a entender o que está acontecendo na política brasileira hoje:

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