Facebook é lugar de…Amor? Comercial do Messenger sugere que sim

por Pedro Katchborian | 21 outubro 2014

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Você tá ligado que o Facebook não é um ambiente lá muito amoroso. Tirando os perfis de casais, o que mais se vê por lá é recalque, treta, opiniões, discussões, ódio, rancor e mimimi. Não quero ser pessimista, lógico que tem coisa positiva, mas nessas eleições o negócio tá tendendo pro lado negativo.

O que dizer, então, de um comercial do Facebook que fala sobre o amor? Pois esse é o tema principal do vídeo “Say love you better” (diga te amo melhor), feito para o Messenger. Seria uma tentativa do Facebook de transformar a imagem da da rede social e do app de mensagens? No vídeo, um casal conversa e mostra os diferentes tipos de mídia do Messenger: texto, áudio, vídeo, foto, figurinhas…

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O que está por trás da campanha de marketing mais agressiva que o Youtube já fez no Brasil

por Pedro Katchborian | 21 outubro 2014

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Com a cabeça encostada na janela do busão, um anúncio me chamou a atenção: do lado de fora, fixo no ponto de ônibus, uma propaganda gigante do YouTube, mais especificamente do canal da Camila Coelho, trazendo o número de inscritos e os dias em que ela posta vídeos.

No mesmo trajeto, quando olhei o relógio de rua pra ver a temperatura (que parecia que era tipo 50ºC), mais um anúncio do YouTube. Dessa vez, o garoto-propaganda era Iberê Thenório, do Manual do Mundo. Tudo isso em um intervalo de tempo de menos de 10 minutos. “Eles estão investindo”, pensei. Mas o fato de vermos anúncios do YouTube fora do seu lugar-comum, que é a internet, tem um significado muito maior do que apenas uma propaganda bacaninha do site de vídeos.

Esses anúncios, assim como outro que vi na TV fechada outro dia sobre o Porta dos Fundos, fazem parte de uma mega estratégia do Youtube pra mudar a percepção do mercado em relação à seriedade e profissionalismo do conteúdo do site, pra solucionar seu desafio de transformar audiência em dinheiro (apesar da plataforma ser conhecida, isso não é suficiente pra que ela se consolide como forma de entretenimento concorrente da TV no Brasil) e, finalmente, tentar barrar o crescimento do Facebook no mundo dos vídeos. A rede social não é exclusivamente direcionada aos vídeos, mas tem investido maciçamente no formato.

É a campanha de marketing mais agressiva que o Youtube já realizou em terras brasileiras e falamos com o mercado pra entender o que está por trás dela e o impacto da mesma pro ecossistema de vídeos online.

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As 5 coisas que você deveria ter visto na internet hoje

por Pedro Katchborian | 20 outubro 2014

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1) Tem medo das pegadinhas do Silvio Santos? Então se liga nessa do Walking Dead!

2) Putz, que bad! Jogador comemora gol com pirueta, cai e morre após partida na Índia

3) Criador do botão “like” explica por que não existe o “dislike”. Poxa…

4) Boato diz que artista Banksy foi preso, mas era mentira

5) As 50 melhores reações ao debate da Record

Como nosso cérebro decide qual conteúdo compartilhar

por Pedro Katchborian | 20 outubro 2014

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O clique no botão compartilhar nas redes sociais é motivado por uma emoção. Quando você quer mostrar algo para outras pessoas, você quer que elas sintam o que você sentiu. Mas quais são essas emoções?

O The Next Web fez um texto bem interessante, mostrando como o nosso comportamento online se relaciona com as nossas principais emoções. Segundo um último estudo, o cérebro humano se baseia em 4 principais emoções: felicidade, tristeza, medo/surpresa e raiva/nojo. Todas as outras emoções são uma mistura dessas. Clique pra continuar lendo

8 apps que vão te ajudar a economizar água

por VIVO #pegabem | 20 outubro 2014

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Foto: Chris Oblong https://www.flickr.com/photos/oblongpictures/
Foto: Chris Oblong

 

Você já sabe que estamos num período crítico em relação ao consumo de água em São Paulo. Se a gente não economizar, pode ser que amanhã fiquemos sem banho, sem água pra fazer comida e até sem energia elétrica. Por isso, #pegabem demais a gente começar a fazer a nossa parte pra mudar alguns hábitos do nosso dia-a-dia. Não só pra esse momento de crise, mas pra vida! Como a gente aqui é nerd e viciado em aplicativos, resolvemos listar alguns que podem ser uma super mão na roda pra você.

Dá uma olhada na lista, baixe os seus preferidos e… BORA ECONOMIZAR! :)

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No Facebook você não tem o direito de ser complexo e multifacetado

por Juliana Cunha | 20 outubro 2014

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Um dos muitos aspectos em que o Orkut era superior ao Facebook é que nele a gente fazia piadinhas. Perfis eram construídos com base no humor (ou na cafonice). A face que você expunha e pela qual era socialmente julgado dependia dos seus dotes intelectuais, da sua capacidade de ser engraçadinho ou poético ou profundo no preenchimento do seu perfil.

O meu perfil era baseado em piadinhas metalinguísticas com os campos do próprio Orkut. Na parte em que me perguntavam o que não me atraía num relacionamento, por exemplo, eu copiava e colava tudo que estava na lista de “coisas atraentes” propostas pelo site — tatuagens, cabelo comprido, dançar, flertar, demonstrações públicas de afeto, luz de velas, sarcasmo. No campo que perguntava sobre filhos eu respondia “prefiro que fiquem no zoológico”, uma das opções disponíveis para “animais de estimação”. Eu me teria como filha adolescente numa boa.

Os campos de preenchimento do Facebook são travados e jogados para escanteio. Não existe sequer uma forma digna da pessoa informar que é autônoma sem recorrer a bizarrices gramaticais como “work at freelancer”. Há anos tento incluir “School of Ressentment” na lista de lugares onde estudei e o site mata minha piada. Como o Facebook é uma rede social com um apuro e investimento técnico muito maior do que o Orkut, sabemos que nada disso é falha, mas ideologia.

O que interessa no Facebook não é sua biografia engraçadinha, os filmes que você gosta, suas citações favoritas. Interessa o seu emprego. Você é seu cargo, a empresa onde trabalha, a universidade onde estudou, a cidade onde mora e seu status de relacionamento. Isso e sua aparência, claro. Clique aqui pra continuar lendo este texto no blog No Nada da Juliana Cunha >>>

 

 

Se você imprimisse e empilhasse todas as fotos do Instagram em um ano, até onde elas iriam?

por Pedro Katchborian | 20 outubro 2014

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Quantos posts você vê por dia no Instagram. E por semana? E por ano? Agora imagine a quantidade de fotos subidas por todas as pessoas do planeta? É coisa pra caramba, né? E pra se ter uma noção exata do que aconteceria se você empilhasse todas essas imagens, o Photoworld fez um infográfico bem legal.

Vá subindo e descobrindo até onde iriam as fotos até chegar no número final, com mais de 21,9 bilhões de imagens (!!!)

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New YouTuber da semana: “Amigo Gringo” te ensina a não ser um babaca em Nova York

por Pedro Katchborian | 20 outubro 2014

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Quando você vai viajar, é comum pesquisar por dicas no Google ou Trip Advisor, por exemplo. Eles podem até ajudar, mas nada melhor do que uma pessoa que é nativa do lugar que você vai. Por que você pode manjar de restaurantes, pontos turísticos, horários, mas só quem morou muito tempo no local sabe dos costumes e de coisas que estão fora do roteiro turístico. Clique pra continuar lendo

Eleições 2014: Quando a gente voltou a precisar da TV ao vivo

por Gustavo Jreige | 20 outubro 2014

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É interessante observar como essas eleições presidenciais estão sendo para a comunicação e como a gente tem se comportado diferente esse ano. Esse é o único post que me permito fazer sobre o tema (me segurei por meses até agora), por questões éticas: durante o primeiro turno trabalhei diretamente com a coordenação online de uma dessas campanhas. Por razões minhas, optei por não fazer o segundo turno e, de férias, deixei de acompanhar de perto.

Disclaimer feito, aqui vão algumas observações e pensamentos, baseado no que acompanhei nos últimos anos e agora:

Todo mundo apostava que essa eleição seria decidida pela web. Os indícios eram claros: web (sobretudo mobile) mais popular do que nunca; benchmark do Obama e o case de sucesso da Marina Silva na Eleição de 2010.

Os partidos e os partidários se armaram pra isso, direta e indiretamente. Virou guerra, com “facções” de militantes (por conta própria ou não). Alguns famosos, como a Dilma Bolada, outros invisíveis no WhatsApp circulando boatos. Mas uma coisa é clara: as guerrilhas de ataque na internet ficaram tão, mas tão escancaradas que um canal oficial como o MudaMais não soa tão agressivo quanto seria em 2010.

Nunca teve tanta informação circulando: falsa, verdadeira, parcialmente verdadeira, absurda, coerente; de imprensa, de páginas que emulam ser imprensa, de usuários normais, de canais oficiais dos partidos, de canais coligados, de canais sem nenhuma ligação, da página do seu primo coxinha ou descolado.

Só se fala disso na web, mas fala-se demais e ninguém consegue ter uma noção verdadeira do que acontece: é meme (um fenômeno que faz, sim, a gente mudar o sentimento sobre o personagem)? é boato? é mentira? é verdade? é confiável? é guerrilha? é a informação mais atualizada? é oficial?

De modo mais claro, até a TV e os palanques dos partidos foram mais usados ainda para disseminar informações – verdadeiras ou não. Daí vem os sites jornalísticos lançando espaços exclusivos para dizer o que é verdade e o que é mentira; as campanhas lançando espaços para se defender dos boatos; sites e apps tentando organizar as informações. Clique aqui pra continuar lendo este texto no Brainstorm#9 >>>

 

 

Os 10 maiores bordões que a internet brasileira criou

por Pedro Katchborian | 20 outubro 2014

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Você já usou o Winnin pra escolher o maior viral da história da internet brasileira e agora foi a vez de selecionar o melhor bordão da web brazuca, aquele que fica não sai da sua cabeça, que você usa nas piadas do Twitter e com os seus amigos. Um bom bordão é aquele que transcendeu, que saiu da internet e caiu até na boca da sua mãe. Morre Diabo, aham Cláudia senta lá, puta falta de sacanagem… qual foi o maior bordão que a internet já criou?

Se liga no ranking dos 10 maiores:

 

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