E se as pessoas saíssem de uma festa do mesmo jeito que elas abandonam o Facebook?

por LEO MAIA | 26 março 2015

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As vezes tudo o que a gente quer é sair um pouco da loucura de textões, mimimis e atualizações de amigos sem necessidade e noticias velhas que inundam o feed do Facebook. O que a gente não pode esquecer é que sair do Facebook é uma decisão que pode custar um pouco da vida social, mas ainda assim algumas pessoas resolveram pagar o preço e mostraram que existe vida fora da rede social.

Antes de clicar na opção para excluir a conta no Facebook, muitos preparam um enorme discurso de liberdade e idealiza como a vida será melhor fora da rede, com amigos mais verdadeiros e sem ter que lidar com desconhecidos que acompanham suas atualizações de status.

O pessoal do College Humor fez uma vídeo incrível mostrando esse momento de abandono do Facebook, mas nessa história a rede social é uma festa e por isso, não faz nenhum sentido ficar gritando os motivos para sair de lá, afinal, ninguém quer saber —  chamar a galera para uma festa melhor no Twitter, do outro lado do rua, também pode não ser uma boa ideia.

O vídeo é hilário, se liga:  Clique pra continuar lendo

Grandes marcas já preferem o Instagram ao Facebook

por BIA GRANJA | 12 março 2015

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Um estudo interessante da empresa de pesquisas L2 mostrou que, entre as 250 maiores marcas do mundo, existe uma preferência por e uma migração para o Instagram. Pois é, o app de fotos (que pertence ao Facebook) já está roubando a atenção dos anunciantes da onipresente rede social. O motivo? Aquele que a gente já imaginava: quando elas postam no Instagram, tem certeza de que o post vai chegar aos seguidores. O que sabemos que não acontece no Facebook, onde cada vez mais o alcance orgânico (não pago) das marcas é menor.

Cansados do discurso “seu conteúdo não é relevante para os seus fãs então pague”, essas top marcas estão preferindo se jogar no Instagram, rede social que já tem mais de 300 milhões de usuários ao redor do mundo e é a preferida das audiências mais jovens, que estão abandonando o Facebook aos montes.

Apesar do Facebook se gabar de ter mais de 2 milhões de anunciantes ao redor do mundo, sabemos que são as grandes marcas que acabam puxando comportamentos do mercado. Será que isso é uma tendência ou um movimento isolado? Clique pra continuar lendo

A melhor coisa do Facebook do momento: joguinhos usando pause dos vídeos

por LEO MAIA | 25 fevereiro 2015

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O conteúdo em vídeo tomou conta do Facebook no último ano. O auto-play e o maior alcance fizeram surgir outras formas de usar o vídeo, como a revista TIME que pelo Facebook divulga uma versão animada de capa do mês — quando a publicação da TIME aparece no nosso feed é como se o vídeo fosse um enorme GIF.

Agora a brincadeira da vez é transformar videos curtinhos em jogos, para vencer é só pausar no momento certo. Muita gente conheceu agora esse uso para o vídeo, mas já faz algum tempo que ele existe no Vine –veja aqui e aqui. Foi a zueira que levou o formato para o Facebook, logo depois as marcas também começaram a fazer games.

 

Fizemos uma lista com 9 jogos que estão bombando no Facebook:  Clique pra continuar lendo

Milhares de pessoas acreditam que o Facebook não faz parte da internet

por LEO MAIA | 13 fevereiro 2015

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Semanas atrás o antigo e ainda relevante Manifesto Cluetrain foi atualizado com novas dicas. Fiz a leitura dos novos 121 tópicos e me chamou atenção os que falavam sobre a dificuldade de fugir das plataformas não neutras, como Google e Facebook, que foram construídas na web livre e agora nos sugam para dentro delas — já notou quanto tempo você passa no Facebook enquanto está conectado na web?

O manifesto diz assim:

77. Aplicações não neutras construídas sobre a Rede neutra estão se tornando tão inescapáveis quanto o puxão de um buraco negro.
78. Se o Facebook é a sua experiência da Rede, então você está vestindo os óculos de uma empresa com a responsabilidade fiduciária de evitar que você jamais tire os óculos.
79. Google, Amazon, Facebook, Apple estão todas no negócio de óculos. A maior verdade os óculos deles escondem: Essas empresas querem nos segurar do jeito que buracos negros seguram a luz.

 

Se a gente for pensar, para muitos o Facebook foi porta de entrada para internet e talvez seja a única experiência que essa pessoa teve na web — o que é bom e ruim ao mesmo tempo, já que as pessoas estão conhecendo a internet, mas através do olhar e das regras do Facebook, sem experimentar a verdadeira web, que é livre, colaborativa e criativa.

Foi em entrevistas realizadas na Indonésia e depois na África, que pesquisadores perceberam que milhões de usuários do Facebook não tinham ideia de que estão usando a internet. Quando pesquisados, respondiam não usar a internet, mas depois em entrevista usando outro método de pesquisa, contavam com entusiasmo sobre suas experiências no Facebook — e somente no Facebook, pois conforme dados da pesquisa, esses usuários não saiam da rede social sequer para acessar outros links.

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O Facebook sabe quem é você e agora vai te marcar nas fotos que você aparecer

por LEO MAIA | 9 fevereiro 2015

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O Facebook sabe muito sobre nós, já foi provado cientificamente que a rede social nos conhece até mais que nossas mães e amigos próximos – ainda assim fico assustado quando saem notícias que mostram como a plataforma criada por Zuck é poderosa.

Eu não sou muito fã daquele recurso que permite identificar meus amigos em uma foto, usei poucas vezes e lembro de ter rejeitado marcações que fizeram de mim. Agora a tal marcação vai ser feita, você querendo ou não.

A tecnologia usada para reconhecimento facial no Facebook, é conhecida como DeepFace e faz automaticamente um trabalho de detecção, alinhamento, representação e classificação de cada foto com rosto publicada na rede social.

É assustador que isso seja feito automaticamente e preocupante por questões de privacidade — imagina só, no Facebook o número de usuários ativos mensais já é maior que a população da China e cada um desses perfis é real e com um rosto já identificado pela rede.  Clique pra continuar lendo

O paradoxo da liberdade de expressão no Facebook

por RENATO ALT | 20 janeiro 2015

O Facebook é como um “Feitiço do Tempo” online: todas as discussões estão presas em um eterno “hoje”. 

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Não importa sobre o que é seu post.

Alguém, em algum momento, vai dizer que é racista, sexista, extremista, de mau gosto, homofóbico, retrógrado ou qualquer outra coisa que ajude a desqualificar o seu ponto de vista para, em seguida, impor o próprio.

Muitas vezes, nem mesmo para isso.

Se a citação vem da revista Veja, o argumento não vale “porque é Veja”. Se vem da Carta Capital, também não vale “porque é Carta Capital”. Se é seu próprio ponto de vista, bom… quem é você para falar sobre isso?

A velocidade com que qualquer assunto rapidamente transforma-se em uma discussão descabida é assustadora. Hoje é fácil perceber que a maioria das pessoas começa a consumir um conteúdo já buscando nele as falhas a apontar. Se não é o caso de haver falhas, essa raiva aparece na forma do xingamento puro e simples. Exagero? Dê uma olhada, por exemplo, nos comentários de qualquer vídeo no Youtube; há discussões acontecendo há anos, literalmente.

Esse ambiente online, onde cada vez passamos mais tempo, mantém os ânimos exaltados quase que permanentemente. Afinal, se depois de séculos alguém resolve contrariar uma opinião da qual você nem mesmo se lembrava (e que pode até ter mudado), tudo recomeça. É como um “Feitiço do Tempo” online: todas as discussões estão presas em um eterno “hoje”. Clique pra continuar lendo

Facebook Freebooting: o pesadelo dos youtubers

por BIA GRANJA | 19 janeiro 2015

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Senta que lá vem história…

Era uma vez um reino onde a riqueza era determinada pelo tipo de ovelha que você tinha. Existia um cara que era muito muito muito muito rico. Ele era tão rico que até suas ovelhas eram ricas. Nesse reino, também tinha uma família de camponeses que tinham uma ovelhinha a quem eles amavam muito. O pai camponês queria que a ovelha fosse a melhor ovelha possível, então ele passava um monte de tempo com ela, inseria a ovelha em todas as coisas e tratava como se fosse família.

Um dia um viajante chegou no reino e se tornou parceiro de negócios do homem rico. Na hora do jantar, o ricão não quis comer as próprias ovelhas, então ele mandou seu cozinheiro pegar a ovelha do pobre camponês, cozinhar as melhores partes e servir em um delicioso banquete para ele e o viajante.

A família do camponês ficou super triste de perder sua amiga ovelha e foi pedir ao homem rico que doasse outra companheira pra eles. O homem rico se recusou e esse foi o fim da triste história da família que perdeu a ovelha a quem tratavam tão bem e com tanto amor.

Triste, né? :(

Agora vamos trazer a história pra mais perto da gente: a ovelha é o seu vídeo do Youtube, o homem rico é o Facebook e o viajante é um usuário que pega seu vídeo e posta no Facebook como se fosse dele. Assim, os dois conseguem fazer dinheiro e audiência a partir do seu vídeo, enquanto você fica triste a ver navios chorando a ovelha roubada.

Essa prática tem se tornado tão comum que já tem até nome: Facebook Freebooting, também conhecido como o maior pesadelo dos youtubers na atualidade.

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O teste de personalidade baseado no Facebook que está deixando tudo mundo na nóia

por LEO MAIA | 15 janeiro 2015

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Não é nenhuma novidade que o Facebook sabe muito sobre a gente — tanto é que com poucos minutos stalkeando um perfil desconhecido, podemos aprender muito sobre essa pessoa. Ainda assim, nos surpreendemos quando surge um anúncio sobre algo que acabamos de comentar no chat ou simplesmente quando surge uma ‘sugestão de amizade’ daquele contato que adicionamos a poucos minutos na agenda do celular.

Um estudo publicado por cientistas das universidade de Cambridge e Stanford mostrou que o Facebook nos conhece melhor que qualquer outro ser humano. Para chegar nesse resultado os cientistas analisaram mais de 85 mil perfis do Facebook e pediram pra que cada uma dessas pessoas respondessem a um questionário sobre seus gostos e personalidade.

Pra tirar a prova de que o Facebook realmente sabia coisas íntimas e pessoas sobre essas pessoas, amigos e familiares dos voluntários também foram convidados a participar da pesquisa respondendo a 100 questões que poderiam definir 5 grandes traços de personalidade dos pesquisados.

O resultado não poderia ser diferente do que imaginávamos: o Facebook conhece as pessoas muito mais que seus amigos e familiares. Se quiser, pode fazer o teste de personalidade (aqui), ele vai avaliar os seus últimos 100 likes e entregar seu perfil psicológico detalhado. Clique pra continuar lendo

Os eventos fakes no Facebook estão de volta! Confira os 29 melhores

por LEO MAIA | 13 janeiro 2015

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Você deve lembrar que no ano passado rolou uma onda de eventos fakes e surreais no Facebook, por algumas semanas as confirmações de eventos tomaram conta do feed de notícias — fizemos até uma lista com os 100 melhores eventos fakes do Facebook e provavelmente você deve ter confirmado presença em vários.

Acontece que a zuera dos eventos não foi esquecida e resolveram fazer um ~vale a pena ver de novo~ da brincadeira. Vários eventos estão em 2ª edição e claramente foram kibados do ano passado, mas temos algumas novidades.


Fizemos uma lista com 29 eventos da temporada 2015 de zueragem no Facebook: 
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Muito além do Facebook: por que investir em redes sociais de nicho?

por Lomadee | 13 janeiro 2015

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Nem só de Facebook e Twitter vive o conteúdo e o marketing digital. Todo mundo está nessas redes sociais? Sim! Mas porque todo mundo está, também fica muito difícil conseguir a atenção das pessoas. Por isso, as redes sociais de nicho são uma excelente ferramenta para ajudar o seu blog a se tornar um especialista e criar uma comunidade forte.

Nem sempre o que vale é o número de views ou likes, que podem ser coisas vazias hoje em dia. Se você tem uma comunidade pequenas mas forte e unida, seu engajamento acaba sendo muito mais forte.

Uma das maiores vantagens das redes sociais de nicho é que você tem uma audiência bem qualificada. Diferentemente do Facebook ou Twitter, que reúne diversos tipos de perfil e interesses, as redes sociais de nicho conseguem reunir um público-alvo unido por um interesse semelhante, o que aumenta as chances de engajá-lo atraindo novo público para o seu blog ou mesmo convertendo consumidores, caso você seja publisher de uma rede de afiliados.

Confira algumas redes sociais de nicho interessantes: Clique pra continuar lendo