O que aprendemos com a Geração Snapchat – South by youPIX

por youPIX | 2 abril 2015

O que o festival Burning Man tem a ver com o aplicativo Snapchat? São dois modelos que tem conteúdos impermanentes. O Burning Man é o maior festival “no trace” do mundo, assim que ele acaba tudo é recolhido e nenhum sinal de que ele aconteceu permanece. E o Snapchat a mesma coisa. Tem o mesmo conceito de privacidade, de não ter histórico.

Estamos vivendo esse momento de impermanência, de transitoriedade, e é sobre isso que falamos no 3o episódio do “South by youPIX”, nossa websérie que traz 4 olhares diferentes sobre o que rolou no SXSW esse ano.

Como ser relevante numa era Snapchat em que tudo é perecível? Tito Melo conversou com Franklin Costa (Flag) e Edney Souza (Interney.net) sobre comportamento digital e a impermanência das coisas.

Vale muito o play!

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Assista também:

 

South by youPIX – Qual a melhor forma de distribuir conteúdo e ter engajamento?

por youPIX | 1 abril 2015

Conteúdo todo mundo faz, mas o que está por trás daqueles que conseguem se espalhar pela internet e fazer as pessoas clicarem? O 2o episódio da websérie “South by youPIX” foca nas discussões sobre distribuição de conteúdo!

Jackeline Salomão conversou com Daniel Arcoverde (Netshow.me), Rita Moraes (Los Bragas) e Rodrigo Abdalla (Youtube) pra descobrir qual a melhor forma de distribuir seu conteúdo e aumentar o engajamento.

Como funciona o sistema de recomendação do Netflix? Qual impacto que uma imagem tem na divulgação de um conteúdo? Como refinar o engajamento do público com o seu conteúdo? Identificação, relevância, produtor de conteúdo multiplataforma… o que funciona? Assista no nosso vídeo:

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Assista também:

South by youPIX | Monetização de conteúdo: o que aprendemos no SXSW

por youPIX | 31 março 2015

O SXSW é um dos maiores festivais do mundo sobre música, cinema e interatividade, que acontece todos os anos em Austin, no Texas. Durante os 10 dias de SXSW, Jackeline Salomão e Felipe Ventura (Bit Filmes e DR – Destruindo Relacionamentos) se uniram a Lucas e Vitor Melo (Ideias Épicas) pra descobrir um pouco mais sobre as tendências de criação de conteúdo digital, assunto principal aqui do youPIX.

Pra isso, eles foram atrás dos brasileiros que estavam participando e se apresentado no Festival e filmaram uma websérie com quatro episódios e quatro olhares diferentes do festival. Tudo o que eles descobriram vai ser compartilhado aqui no youPIX a partir de hoje, na série “South by youPIX”.

O episódio de hoje fala sobre “Monetização de Conteúdo” (sobre o qual fizemos um post gigante aqui outro dia). Felipe Ventura conversou com Edney Souza (Interney.net) e com a Juliana Faria (Think Olga) pra descobrir as novidades relacionadas a como ganhar dinheiro com conteúdo web.

Se joga:

O que faz um conteúdo ser compartilhado, segundo os palestrantes do SXSWi

por Patrícia Marinho | 16 março 2015

O que faz um conteúdo ser compartilhado? Essa é uma pergunta chave para todo mundo que, como eu, está aí produzindo informação e buscando engajamento para o seu conteúdo. Ela é tão importante que foi o tema central de várias palestras que vi por aqui no SXSW até agora. The Art of Social Media, The Future of Distributed Content, The Art and Science of Shareability…. se quiser, você pode fazer um evento todinho dedicado a este assunto (mas não vale a pena porque todo mundo acaba se repetindo).

Mas, afinal, qual é a resposta, você deve estar se perguntando? Adoraria poder dizer que é só “Fazer um bom conteúdo”. Mas isso não é suficiente. Tem muito conteúdo bom sendo produzido todo dia sem ganhar escala. O ponto é que além da criação é preciso uma boa dose de ralação e ciência para o conteúdo se espalhar por aí.

O Buzzfeed lançou a 5 meses o BFF, uma unidade dedicada a produção de conteúdo para outras plataformas que não o site (não, eles ainda não têm um modelo de remuneração para isso). Isso porque, no caso dos vídeos por exemplo, só 5% dos views vem do site. A obsessão deles é produzir conteúdo que seja o mais espalhável possível. E disso esses caras entendem. Acho que vá vi a polêmica do vestido ser mencionada umas 5 vezes até agora. Da palestra da Summer Burter, head da BFF, vieram estas 6 dicas para quem quer fazer conteúdo que vire assunto:

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Mas o próprio Buzzfeed também abusa dos algoritmos e das ferramentas para saber o que postar e onde, especialmente agora que a “social media virou paid media” como disse o Jordan Kretchmer do Lifevyre. Até modelo estatístico que consegue medir o “social reproduction rate” eles têm. E mesmo assim, o Buzzfeed gera uma infinidade de posts que geram 10 mil views para cada blockbuster de viralização.

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Neuroplasticidade e como se destacar na internet #SXSW15

por Patrícia Marinho | 15 março 2015

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Ontem foi o primeiro dia do SXSW Interactive, o festival que reúne anualmente, em Austin, Texas, as principais cabeças da comunidade digital para discutir o impacto da tecnologia nas mais diferentes áreas, como saúde, entretenimento, educação, marketing, ciência, moda. São mais de 800 palestras durante os 5 dias de evento. Tem assuntos para todo os gostos. Da IoT (Internet of things) à discussões sobre o impacto global dos movimentos sociais possibilitados pela mobilização das redes sociais, passando pelo futuro do transporte nos grandes centro. Cabe a você fazer a curadoria e escolher um ângulo para aprender e se inspirar.

O que torna este evento especialmente interessante é justamente o fato de que cada um monta o evento do seu jeito e portanto acaba tendo uma experiência diferente. Eu escolhi focar em palestras mais práticas, que falem sobre estratégias de criação e distribuição de conteúdo, além dos impactos da internet, do social e do mobile no comportamento dos indivíduos. A partir de hoje farei um resumo do que vi em cada dia para compartilhar com vocês.

Você já ouviu falar em neuroplasticidade? Trata-se da capacidade do nosso sistema nervoso de se adaptar aos estímulos externos. Por exemplo, as pessoas que cresceram vendo TV preto e branco tem 5 vezes mais chance de sonhar em preto e branco também. Louco, né? Pois Dan Manchen e Felix Morgan da agência inglesa Hey Human vieram mostrar que o digital teve um profundo impacto no comportamento das pessoas. Isso em si não é novidade, mas graças a neurociência é possível entender que impacto foi esse no nosso cérebro.

As diferentes telas tornaram a noção de ser multitarefa uma prática cotidiana. As pessoas acham que estão fazendo muita coisa e fazendo todas elas direito. Na verdade, esse excesso de estímulos nos tornou Task Switchers, ou seja, passamos de uma tarefa para a outra, sem nos dar conta de que não temos nem qualidade e nem profundidade em cada uma delas. Clique pra continuar lendo

Como ganhar dinheiro na internet sem depender de marcas

por LEO MAIA | 5 março 2015

6 modelos alternativos de receita pra produtores de conteúdo

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Quem trabalha produzindo conteúdo pra internet sabe que é dura a vida de quem precisa pagar as contas no final do mês mantendo a qualidade, relevância e a frequência do conteúdo publicado. Monetização é um dos assuntos mais velhos e desafiadores pra produtores de conteúdo na Era Digital, não só pros “independentes” ou representantes da “nova mídia”, mas também pros grandes portais e veículos da “velha mídia” que precisam se adaptar aos “novos tempos”. (Nossa, quanta aspa)

Já existem discussões infinitas sobre os modelos adotados por jornais na web, como Estadão, Folha, Wall Street Journal, New York Times e afins… e por isso nós vamos focar aqui na nossa comunidade, a dos criadores de conteúdo “independentes” (blogueiros, youtubers, etc).

Como um blogueiro, podcaster, youtuber, instagramer, viner ou snapchater ganha dinheiro hoje? Basicamente de três maneiras:

  • Display media (é o famoso banner, modelo baseado única e exclusivamente em audiência, por isso pouco vantajoso pra quem não tem centenas de milhares de views ou pageviews por mês, como os grandes portais – que aliás também estão sofrendo com CPMs cada vez mais baixos)
  • Publieditorial e Native Advertising (a marca “compra” um espaço editorial no seu canal e coloca conteúdo ali OU você, com o seu jeitinho, faz um conteúdo bacana pra marca dentro do seu canal)
  • Imagem (que é quando a marca compra a influência do criador de conteúdo e a sua figura – pra fazer merchan, participar de campanhas etc).

Pro cara que faz parte da comunidade de creators independentes (blogueiros, youtubers, etc, etc, etc), os dois primeiros formatos, que tem mais a ver com o canal (web e social) e menos com a pessoa, trazem um sustento mais sofrido. Mas os 3 são complicados. Por que? Clique pra continuar lendo

13 receitas do IFTTT pra agilizar a vida dos produtores de conteúdo digital

por MAPFRE | 25 fevereiro 2015

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A gente falou brevemente aqui sobre o IFTTTIf This Then That (Se Isso, Então Aquilo), um servicinho muuuito esperto que existe já há algum tempo e que automatiza a internet pra você. Tem uma porção de ações que a gente faz no nosso dia-a-dia que são uma incrível perda de tempo e que podem ser automatizadas, justamente o que o IFTTT faz.

Pra quem é produtor de conteúdo e é obrigado a consumir muita coisa pra se manter informado ou tem necessidade de fazer uma curadoria eficiente de conteúdo – além de atualizar mil redes sociais toda vez que publica algo -, o IFTTT pode resolver muito a vida.

Por isso fizemos aqui uma listinha de Recipes ou Receitas, que é como eles chamam ações que foram criadas por outros usuários e você pode baixar e usar, que vão agilizar pra caramba a vida da galera que está no corre pra fazer um conteúdo cada vez mais incrível aqui na internet.

Vamos lá? Clique pra continuar lendo

Sobre o polêmico vídeo do Cauê Moura: Youtube Teen

por BIA GRANJA | 24 fevereiro 2015

Dá o play aí antes da gente começar…

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Ontem a noite me deparei com esse vídeo aí em cima do Cauê Moura descendo a letra na nova geração de youtubers que, ao invés de se preocupar em produzir um conteúdo foda, fica pagando de alegre com seus fã-clubes. Como se a fama fosse mais importante que o conteúdo e tal.

Eu também acho que existe muito estrelismo nesse mundo youtúbico. Como curadora de um evento que reúne e fomenta esse universo, já me vi em situações muito constrangedores envolvendo youtubers e seus egos. (DE QUEM VOCÊ TAVA FALANDO, CAUÊ??? ME CHAMA NA INBOX!)

Mas…

 

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Qual o tamanho certo de todas as imagens de todas as redes sociais?

por BIA GRANJA | 23 fevereiro 2015

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Eu achei esse infográfico aí embaixo na interwebz (já não lembro onde foi) e ia guardar só pra minha referência pessoal. Porém, contudo, todavia, me ocorreu que ele pode ser uma baita mão na roda pra todo mundo que precisa publicar coisas nas redes sociais e sempre tem dúvida sobre o tamanho de imagem que fica lindão em cada uma delas.

Pois aí está… salvem, favoritem e recorram a ele sempre que necessário. :)

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O carnaval já começou no Youtube, se liga no que está rolando:

por LEO MAIA | 13 fevereiro 2015

 

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O carnaval na interwebs começou faz tempo. Isso porque diferente do que acontecia antigamente, onde shows e festivais eram um acontecimento limitado a um evento e a uma data, agora a experiência é prolongada na internet e fora dela. No Youtube o carnaval gera mais de 300 mil vídeos e mais de 1,5 bilhões de visualizações.

Só pra você ter uma ideia, de todos os vídeos relacionados ao Carnaval no YouTube, 27% são assistidos antes da festa; 39% durante e 34% no mês depois do canaval. Para cada uma dessas etapas, um tipo de conteúdo é consumido:

Antes do Carnaval
Carnaval não é bagunça amigos e por isso, antes de correr atrás do trio ou sair na avenida, todos correm para o Youtube para aprender e ensinar como customizar o abadá, fazer um penteado e maquiagem legal e pegar a coreografia do hit do carnaval.

Para ensinar a coreografia do Lepo Lepo, os usuários criaram mais de 120 vídeos, que somam mais de 50 milhões de views — enquanto o vídeo oficial da música tem 35 milhões de views.

Durante o evento
Quem não foi pra rua, samba de casa acompanhando o conteúdo ao vivo transmitido pelo Youtube. O site já fez transmissão durante 4 anos de carnaval, e registra cerca de 1,4 milhão de horas assistidas ao vivo pelo mundo todo. Os gringos fazem a festa, já que cerca de um em cada quatro usuários que assistem ao Carnaval de Salvador no YouTube são de fora do país.

Todo carnaval tem o seu fim
Um sentimento de saudade misturado com ressaca e algumas lembranças da festa faz com que as pessoas continuem consumindo coisas relacionadas ao carnaval, como por exemplo covers, paródias, remixes do que tocou na rua.

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