Este cara quer tomar um café com cada um dos seus 1008 amigos do Facebook

por 3 Corações | 1 outubro 2014

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Quantos amigos você tem no Facebook? 200? 300? 1000? Quantos desses são próximos? Poucos, né? E quantos deles você viu nesse ano? Menos de 50, aposto. Um cara quer parar com essa história de ter amigos na rede social que não são próximos na vida offline. Matt Leveza quer encontrar cada um dos seus 1008 amigos do seu Facebook para tomar um café.  Clique pra continuar lendo

Casais que compartilham muito sobre seus relacionamentos no Facebook são mais inseguros, aponta estudo

por BIA GRANJA | 29 setembro 2014

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EU JÁ SABIA!
Mas obrigada por trazer provas científicas, caro estudo da Personality and Social Psychology Bulletin. :)

Taí, saiu o estudo que comprova que quanto mais a pessoa fala sobre o relacionamento feliz dela no Facebook, mais insegura em relação ao tal relacionamento a pessoa está. O estudo pediu aos participantes que mantivessem um diário sobre seus relacionamentos e ao mesmo tempo monitoraram as postagens deles no Facebook. Assim, descobriram que a pessoa postava mais sobre seu relacionamento quando estava se sentindo pior em relação à ele.

Sabe aquele lance de que quando você repete muito uma coisa ela se torna verdade? Então… a lógica aqui é essa. Parece que o relacionamento só é legal mesmo se a gente falar muito e mostrar pra todo mundo que ele é legal. E, claro, conseguir likes das pessoas pra confirmar o fato.

O Michael Harris falou sobre isso no seu livro “The End of Absence: Reclaiming What We’ve Lost in a World of Constant Connection”: vivemos a lógica das redes sociais de quantificar e explicitar nosso sucesso com likes e por isso podemos perder a noção sobre quem realmente somos, já que vivemos em função dos likes que outros nos atribuem, como isso moldasse nossa persona e validasse nossa existência. Assim, editamos nossas vidas pra parecer que elas saíram de um comercial de margarina… mesmo que por trás estejamos extremamente inseguros em relação à ela.

Que puxa! :(

Via Cosmopolitan

 

 

No Ello você não é o produto… será mesmo?

por BIA GRANJA | 26 setembro 2014

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E tá todo mundo enloquecido com a Ello, nova rede social que, dizem chegou aí pra acabar com a hegemonia do demonho, o Facebook. As duas maiores estratégias de promoção da Ello são:

1) Ser invite only – A gente sempre quer o que a gente não poder ter. As pessoas ficam doidas com a possibilidade de fazer parte de algo exclusivo. Essa estratégia funcionou lindamente pro Orkut #RIP e, mais recentemente, pro Mailbox, aplicativo que ia revolucionar a maneira como a gente usa email e que só segurou o hype enquanto os convites não haviam chegado pra todos, depois disso… quem aí ouviu falar sobre os caras?

2) Bater de frente com o Facebook – o manifesto do Ello, coisa mais linda, fala claramente que na rede social que eles estão propondo, você não é o produto. Eles sabem que uma parcela dos usuários do Facebook se incomoda bastante com essa questão e estão se colocando como uma alternativa à mercantilização das nossas vidas.

Eu super comprei esse lance todo do manifesto. Inclusive, quando me perguntaram no Facebook de onde eles iam tirar dinheiro pra manter a rede social no ar, dei uma desconversada e respondi com uma brincadeirinha sobre como os donos iam vender o corpinho pra garantir nossa conectividade. É claro que as coisas não são tão simples assim e esse texto no The Atlantic me expos um outro lado da moeda que prova que infelizmente não tem como fugir: em qualquer rede social, por mais lindo que seja o manifesto, nós sempre seremos o produto.

Como?

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Não conseguiu convite pro Ello? Vem ver o que tem lá!

por COLABORADOR S2 | 25 setembro 2014

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“Simples, bonita e livre de anúncios”. É assim que o Ello se apresenta. Trata-se de uma rede social para pessoas. Não há anunciantes, métricas sendo repassadas a eles e a promessa, incorporada a um manifesto sucinto, quase agressivo, é de permanecer assim. “Acreditamos que uma rede social possa ser uma ferramenta para empoderar. Não uma para enganar, coagir e manipular — um lugar para conectar, criar e celebrar a vida.” E termina com “você não é um produto”.

Lançado em julho, o Ello teve uma explosão de cadastros de pessoas da comunidade LGBT iradas com a política de nomes reais do Facebook. Embora não se declare como tal, o estigma de “anti-Facebook” se intensificou com esse episódio e parece estar ajudando o site a ganhar tração. Em paralelo, a simplicidade, que é gritante na identidade visual do serviço, também se destaca.

O Ello foi criado por Paul Budnitz, fundador da Kidrobot e de uma fabricante de bicicletas de luxo que leva seu sobrenome. Ao Daily Dot, Budnitz disse que a motivação para a sua criação foi fazer algo para as pessoas:

Acredito que esse é o resultado natural da estrutura básica de redes diferentes — nós construímos o Ello para nossos usuários, e eles constroem o Facebook para anunciantes. O Facebook precisa saber quem você é realmente para vender dados sobre você, e seu perfil aos anunciantes. Se souberem seu nome verdadeiro, eles ganham mais dinheiro.

Que seja feita a justiça, no começo o Facebook também era totalmente para usuários. Levou um tempo, um bilhão de usuários e muito trabalho até começar a dar dinheiro pela via escolhida, a dos anúncios extremamente segmentados. Será esse o mesmo destino do Ello?

Como funciona? Clique aqui pra continuar lendo!

 

Ello: qualé a dessa rede social da qual está todo mundo falando?

por Pedro Katchborian | 25 setembro 2014

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Quem aqui ama o Facebook? Ninguém, né? Entre problemas de censura, “curadoria” de conteúdo, proibição de nomes de drag queens, transsexuais e travestis e várias outras coisas, é fato que a rede social de Mark Zuckerberg é usada por muitos simplesmente por que não há outra alternativa. “Ah, tá todo mundo lá, né…”, a maioria das pessoas pensa.

Mas uma rede social começa a bombar lá nos Estados Unidos e pode ser o “próximo” Facebook. Ela se chama Ello — e, assim como o quase falecido Orkut –, é necessário um convite pra entrar. E o negócio tá tão disputado que tem gente vendendo convite no eBay! Clique pra continuar lendo

O Facebook, o Twitter e o Youtube não estão nem aí pras mulheres

por BIA GRANJA | 24 setembro 2014

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Outro dia um usuário babaca do Twitter resolveu me xingar de coisas horrendas só porque não gostou de uma matéria que publicamos aqui no youPIX. Não eram críticas à matéria, eram afrontas e ofensas relacionadas ao fato de eu ser mulher. Geralmente eu ignoro trolls e haters no Twitter, mas esse resolvi reportar o cara como “Abusive User”.

O processo é bem pentelho e detalhado, você tem que escrever porque aquilo foi ofensivo, dar exemplo de tuites, etc… não é só clicar em “reportar”. Exige toda uma dedicação da sua parte. No entanto, alguns dias depois, a resposta que eu recebi do Twitter foi a seguinte:

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Descubra quem é o seu melhor amigo no Facebook

por Pedro Katchborian | 23 setembro 2014

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Confesso que acho esse tipo de aplicativo muito besta, mas é aquele tipo de besteira divertida. Afinal, quem é o seu melhor amigo no Facebook? O aplicativo “Best Friend” analisa o seu perfil e o número de mensagens que você troca com seus amigos no chat e traz um ranking dos ~bests~.

O app começou a bombar e muita gente tá compartilhando. Você pode ver o seu melhor amigo ou os três melhores. Tá curioso pra saber quem é o BFF no seu ~feice~? Clique aqui e use o aplicativo!

A prova que o Facebook não te mostra o que você quer ver

por Pedro Katchborian | 22 setembro 2014

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A gente sabe que o Facebook faz uma ~curadoria~ de conteúdo e mostra pra gente o que eles bem entendem. Mas o experimento feito pelo Washington Post provou isso de forma concreta: Tim Herrera passou 6 horas no dia 17 de julho contando todos os posts que apareciam em sua timeline. Depois, foi nas páginas de todos os seus amigos e páginas que ele curte e contou quantos posts haviam no total.

Esse trampo todo tinha um motivo. Tim queria mostrar quantos posts o Facebook nos mostra. Veja o infográfico: Clique pra continuar lendo

Novidade no Facebook: agora é possível buscar por palavras-chave em todos os posts que você já curtiu, comentou ou compartilhou

por Pedro Katchborian | 19 setembro 2014

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Você já deve ter comentado, compartilhado ou curtido muitas coisas no seu Face, né? E não dá pra ficar buscando tudo na sua linha do tempo. Pra resolver esse problema, existe uma nova função, que permite que você procure palavras-chave em todos os posts que você curtiu, comentou ou compartilhou. Clique pra continuar lendo

Como um cara usou os anúncios do Facebook pra fazer a melhor pegadinha da história

por Pedro Katchborian | 18 setembro 2014

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Tá, você pode até duvidar do conceito de “melhor pegadinha da história” que eu coloquei no título, mas depois de ler o caso a seguir, você vai ter que concordar comigo.

Brian Swichkow é um americano que procurava um colega de quarto. Depois de um tempo na busca, ele finalmente achou alguém pra dividir o apartamento. Acontece que ele se deu muito bem com o seu colega de quarto (que não tem o nome revelado na história, então vou chamá-lo de roommate) e, com um tempo, se tornaram grandes amigos.

E o que grandes amigos fazem um com o outro? Tiram sarro, zoam, enfim, fazem o que se espera de uma verdadeira amizade. O roommate de Brian resolveu aplicar uma pegadinha com ele. Brian não conta direitinho o que rolou, mas ao descobrir a verdade, disse: “Muito bem jogado. Mas vai ter volta”. Clique pra continuar lendo