Já experimentou o novo Facebook?

por BOB WOLLHEIM | 21 novembro 2014

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Faz pouco tempo, o Facebook acrescentou um novo feature que já vinha sendo testado faz algum tempo: o upload de vídeos nativos na rede social. A novidade nem é tão novidade assim, faz tempo que é possível embedar vídeos na plataforma, mas os efeitos, me parecem, foram enormes.

Diria até que esse feature mudou o Facebook radicalmente. Explico.

Outro dia, dando aquela navegada geral no final do dia para ver o que estava rolando com meus amigos, ler as fofocas, saber dos memes do dia, acompanhar as fights (somos humanos! – hehe) e outras atualizações… constatei que, mesmo depois de meia hora de navegada, eu continuava sem saber quase nada dos meus amigos, nem das fofocas e muito menos das fights, e tinha ficado o tempo todo só vendo vídeos, alguns novos, dezenas de antigos, que estavam sendo postados aos milhões na plataforma!

Ok, eu não tinha desligado o auto-play, o que fiz na sequência, e resolvi observar a minha navegação nos dias seguintes mas… Clique pra continuar lendo

Fanpage “Spoiler de Hoje” divulga um grande spoiler da cultura pop todo dia

por youPIX | 17 novembro 2014

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A única coisa pior do que final ruim de seriado é alguém soltar um spoiler sobre o tal final. Se tem um problema grande que assola o mundo da cultura pop hoje em dia são os spoilers. Você tá lá no Facebook e quando menos espera alguém decide te contar que Walter White morreu não morreu está vivo está morto ou não. Spoilers, spoilers… eles estão em todo lugar.

Mas se você é masoquista e quer saber o final dos filmes e seriados que você perdeu porque deu aquela chapada básica antes de chegar ao fim, a fanpage “Spoiler de Hoje” pode ser a sua salvação… e uma praga também. Diariamente eles soltam um grande spoiler na timeline. Você pode curtir, ver o spoiler e ficar quietinho na sua. Mas pode também curtir e… COMPARTILHAR! Estragando a experiência filmo-seriadística de outros amigos da TL.

Atenção, a partir deste momento, este postcontém spoilers! A seguir, alguns dos maiores spoilers da história da cultura pop…  Clique pra continuar lendo

Últimas vagas pro curso sobre “Como criar conteúdo do caralho na internet”

por youPIX | 13 novembro 2014

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Facebook, WhatsApp, Instagram… dentro deles, milhões de pessoas potencialmente interessadas no que você tem a dizer. Mas como chegar a elas se neste mesmo espaço convivem grandes marcas, blogs, amigos, conhecidos, sua mãe e seu vizinho, competindo por poucos segundos de atenção?

No “Espalhe“, curso inédito do youPIX, você vai entender a ciência por trás dos conteúdos que as pessoas vão querer clicar, ler e espalhar pelas redes, a partir das emoções e da psicologia envolvidas no ato de compartilhar, passando pelos formatos e pelas linguagens mais vencedoras nesse cenário. Você também vai conhecer dezenas de exemplos que foram bem sucedidos nessa arte para ter como fonte de inspiração quando for criar seus próximos conteúdos!

Saiba todos os detalhes do curso e garanta já a sua vaga! As inscrições pro “Espalhe” já estão abertas e podem ser feitas clicando aqui.

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21 provas irrefutáveis de que você é um paulistano da gema, meu

por BIA GRANJA | 12 novembro 2014

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Você diz pro amigo que já está chegando quando o Waze indica que faltam 40 minutos pra você chegar ao seu destino? Você chama carrinho de lanche de food truck? Tem um amigo DJ ou grafiteiro e anda de skate no Vila Lobos? Então, meu amigo, você é um paulistano da gema. :)

A fanpage Sinta-se Paulistano, criada por dois publicitários que não nasceram na cidade – Flavio Pucci, paranaense e Dalton Campos, mineiro -, ironiza vários comportamentos, hábitos, gírias e manias que todo paulistano (nascido aqui ou não) tem. E não adianta dizer que não tem, que você é diferente e evoluido, pois nós sabemos que no fundo do seu ser paulistano, você também ama uma filinha.

A seguir, 21 provas irrefutáveis que separamos da fanpage e provam que você é paulistano pra caralho, meu! Clique pra continuar lendo

[Impressão Digital] A guerra do vídeo

por Alexandre Matias | 7 novembro 2014

A disputa de audiência entre Google e Facebook é só o prenúncio de uma mudança ainda maior – a passagem do texto para o vídeo

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Há uma guerra acontecendo nos bastidores da web. Não estou falando de geopolítica digital nem de deepweb, pois essa briga acontece sob nossos narizes e não no submundo da internet. Somos todos cúmplices, vítimas e parceiros das mudanças que vêm ocorrendo – e ela definirá o futuro da web. É a guerra do vídeo.

Desde que a web se popularizou, no início dos anos 90, ela é um meio escrito. Por mais que a possibilidade multimídia já estivesse presente desde os primeiros rascunhos de Tim Berners-Lee, a grande comunicação através da rede acontece no formato de texto. O MP3 e o Flash permitiram que som e vídeo aos poucos entrassem entre os parágrafos, mas nem a popularização da música digital (via pirataria, iTunes ou sites de streaming) nem a aquisição do YouTube pelo Google (na maior transação financeira do mercado digital da década passada) foram suficientes para destronar o texto como principal formato da comunicação online. E-mails, SMS, newsletters, sites e blogs ainda são onipresentes e por mais que as redes sociais tenham assimilado recursos multimídia elas ainda se movimentam por palavras.

Ainda. Um dos grandes termômetros de que há algo prestes a expandir nossa comunicação para além do teclado (seja ele físico ou touchscreen) foi um número que pegou a todos de surpresa: desde o meio deste ano o Facebook exibe mais vídeos do que o YouTube em desktops. Clique pra continuar lendo

Facebook e Youtube: quem vai vencer a briga pelos vídeos online?

por BIA GRANJA | 3 novembro 2014

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Vídeo online é a coisa mais quente na internet no momento, todo mundo quer sua fatia desse bolo que vai movimentar 6 bilhões de dólares esse ano só no mercado americano. A maior parte dessa grana está concentrada nas mãos de um único player, o Youtube. Mas tem um outro player bem poderoso de olho nesse mercado e que inclusive já anunciou publicamente sua intenção: o Facebook.

O Youtube, claro, tem todo motivo pra se apavorar. Enquanto seus concorrentes principais eram o Vimeo, Daily Motion ou MetaCafe, o Youtube nadava de braçada e mantinha sua hegemonia sem maiores problemas. Mas quando o Facebook, que tem mais de 1 bilhão de usuários no mundo todo, resolve entrar na brincadeira… se prepara, pois vem chumbo grosso aí.

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O vazio em cada curtida

por Box 1824 | 31 outubro 2014

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No Facebook e no Instagram acompanhamos o registro de vários acontecimentos na vida dos nossos contatos: festas incríveis, livros de cabeceira cabeçudos, drinks e jantares elaborados, janelas de avião, céu azul na praia, piqueniques, risadas. No Foursquare também estão registradas as passagens por alguma galeria de arte incrível, aeroportos internacionais ou festas VIP. Por que tudo isso?

 

Imagem é tudo
As mídias sociais criaram uma silenciosa e acirrada disputa entre as pessoas para mostrar quem aparenta ter a vida mais bacana. Pensamos que estamos felizes com o que temos até nos depararmos com um update na rede social que sussurra o contrário: você poderia ser mais interessante. Não para você, claro, mas para os outros. De que adianta ser feliz sem platéia? Compartilhar um ideal de vida é a cauda de pavão virtual — e nem sempre corresponde à realidade.

Tudo isso reflete traços emocionais e psicológicos profundos em cada um de nós, interferindo na nossa auto-imagem, auto-estima e também na forma como nos relacionamos. Quando compartilhamos uma foto, um link ou um pensamento nas redes sociais, apresentamos fragmentos daquilo que desejamos que nos defina. Dessa forma, existe a necessidade de aceitação.

Um estudo australiano afirmou que o Facebook alimenta a necessidade de auto-promoção de usuários com característica mais narcisista e extrovertida. Ao mesmo tempo, são os solitários que gastam mais tempo na rede social, como uma forma de interagirem com o mundo. Receber um comentário em um post estimula a auto-estima e também pode aliviar uma solidão. As pessoas esperam ler o quanto ficaram bonitas na nova foto do perfil, como é lindo o lugar em que passaram as férias, ou como elas possuem bom gosto musical.

 

Ansiedade pela audiência
Porém, na era do imediatismo provido pela mobilidade, cria-se uma angústia e ansiedade por feedbacks – estes que vem em forma de likes e comentários. Muito mais que um narcisismo, é a carência e a necessidade de pertencimento. Números que vão crescendo. Refresh. Mais likes. A quantidade torna-se maior que a qualidade, como pequenas manifestações de interesse que tentam preencher algum vazio. Tudo é quantificável. Clique aqui pra continuar lendo a matéria no Medium da Box1824 >>>

 

 

Contrariando a ideologia do próprio criador, Facebook agora incentiva anonimato na web

por Pedro Katchborian | 31 outubro 2014

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E o Facebook continua surpreendendo a gente. Depois de anunciar a criação de um aplicativo para a discussão em fóruns anônimos, agora Mark e Cia. trouxeram um suporte à rede social pros usuários do Tor, o browser pra quem quer navegar na internet e não compartilhar informações como o IP ou o local em que você está. Clique pra continuar lendo

Fanpage do dia: coisas bizarras que as pessoas procuram no Google

por Pedro Katchborian | 30 outubro 2014

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Fala sério: o que você já procurou no Google? Muita coisa bizarra, aposto. O Google é tipo o nosso melhor amigo. Aliás, mais do que isso, pois perguntamos pra ele coisas que temos vergonha de perguntar pra qualquer ser humano. Isso faz com que muitas buscas que fazemos sejam… diferentes, digamos.

A fanpage “Google Utilidades“, recém-inaugurada, traz algumas pesquisas bem bizarras que a galera faz, todas mostradas pelo autocomplete da ferramenta. A página é nova, nasceu ontem e já ultrapassou os 400 likes. Veja algumas postagens: Clique pra continuar lendo

Textões no Facebook: as tretas, reações e memes

por Pedro Katchborian | 28 outubro 2014

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O “textão”, que nada mais é do que aquele texto gigante no Facebook, em que você precisa clicar em “Ver mais” para terminar de ler, ficou muito popular nessas eleições.

Na noite de domingo e no dia de ontem vimos muitos desses na timeline. É textão pra reclamar do candidato eleito, textão pra reclamar de gente reclamando do candidato eleito, textão reclamando dos textões. Enfim, virou uma suruba de textos que originou um meme envolvendo esse formato.

Enfim, a liberdade de expressão tá aí pra isso — pras pessoas agirem e pra outras reagiram — desde que ninguém incite violência e discurso de ódio, né? Olha só o que a galera tá falando sobre os textos gigantes:

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