Como tirar a reprodução automática dos vídeos do Facebook

por Pedro Katchborian | 22 outubro 2014

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Se você, assim como muita gente, não curte o autoplay dos vídeos do Facebook, saiba que é possível removê-lo. E é muito, muito, fácil. Se liga nos passos: Clique pra continuar lendo

Facebook é lugar de…Amor? Comercial do Messenger sugere que sim

por Pedro Katchborian | 21 outubro 2014

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Você tá ligado que o Facebook não é um ambiente lá muito amoroso. Tirando os perfis de casais, o que mais se vê por lá é recalque, treta, opiniões, discussões, ódio, rancor e mimimi. Não quero ser pessimista, lógico que tem coisa positiva, mas nessas eleições o negócio tá tendendo pro lado negativo.

O que dizer, então, de um comercial do Facebook que fala sobre o amor? Pois esse é o tema principal do vídeo “Say love you better” (diga te amo melhor), feito para o Messenger. Seria uma tentativa do Facebook de transformar a imagem da da rede social e do app de mensagens? No vídeo, um casal conversa e mostra os diferentes tipos de mídia do Messenger: texto, áudio, vídeo, foto, figurinhas…

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No Facebook você não tem o direito de ser complexo e multifacetado

por Juliana Cunha | 20 outubro 2014

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Um dos muitos aspectos em que o Orkut era superior ao Facebook é que nele a gente fazia piadinhas. Perfis eram construídos com base no humor (ou na cafonice). A face que você expunha e pela qual era socialmente julgado dependia dos seus dotes intelectuais, da sua capacidade de ser engraçadinho ou poético ou profundo no preenchimento do seu perfil.

O meu perfil era baseado em piadinhas metalinguísticas com os campos do próprio Orkut. Na parte em que me perguntavam o que não me atraía num relacionamento, por exemplo, eu copiava e colava tudo que estava na lista de “coisas atraentes” propostas pelo site — tatuagens, cabelo comprido, dançar, flertar, demonstrações públicas de afeto, luz de velas, sarcasmo. No campo que perguntava sobre filhos eu respondia “prefiro que fiquem no zoológico”, uma das opções disponíveis para “animais de estimação”. Eu me teria como filha adolescente numa boa.

Os campos de preenchimento do Facebook são travados e jogados para escanteio. Não existe sequer uma forma digna da pessoa informar que é autônoma sem recorrer a bizarrices gramaticais como “work at freelancer”. Há anos tento incluir “School of Ressentment” na lista de lugares onde estudei e o site mata minha piada. Como o Facebook é uma rede social com um apuro e investimento técnico muito maior do que o Orkut, sabemos que nada disso é falha, mas ideologia.

O que interessa no Facebook não é sua biografia engraçadinha, os filmes que você gosta, suas citações favoritas. Interessa o seu emprego. Você é seu cargo, a empresa onde trabalha, a universidade onde estudou, a cidade onde mora e seu status de relacionamento. Isso e sua aparência, claro. Clique aqui pra continuar lendo este texto no blog No Nada da Juliana Cunha >>>

 

 

7 páginas de tirinhas pra você curtir agora no Facebook

por Pedro Katchborian | 16 outubro 2014

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Se você tá precisando de um humor a mais na sua timeline, talvez seja uma boa curtir algumas páginas de tirinhas no Facebook. Sejam originais ou compilações de outros lugares, você pode perder um bom tempo navegando pelas fanpages. Se liga: Clique pra continuar lendo

Você sabia que pode ser banido do WhatsApp?

por Pedro Katchborian | 14 outubro 2014

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O “zapzap” é um dos aplicativos de comunicação com maior penetração entre todas as camadas da sociedade brasileira hoje. Está todo mundo usando pra falar com pessoas, grupos, fazer propaganda, campanha política, espalhar conteúdos e tudo o mais. Todo mundo acha que o WhatsApp é uma ferramenta de comunicação que pode ser usada da maneira como bem entendemos. Tipo o telefone, sabe? Por isso ficamos muito surpresos com a notícia recente de que você pode ser banido do WhatsApp.

Você sabia que isso pode acontecer? Pois é, eu também não sabia até pouco tempo atrás. Mas essa semana alguns casos de números que foram banidos ou bloqueados temporariamente do aplicativo surgiram na rede, por isso fomos atrás do termos de uso do WhatsApp pra entender como isso pode acontecer.

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Facebook dá a real sobre os likes falsos que rolam na rede social

por Pedro Katchborian | 7 outubro 2014

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Um dos principais problemas do Facebook são os likes falsos. Bots que curtem páginas, programas que aumentam o número de likes de páginas e tudo mais. Sempre se soube que isso era um problema, mas agora o Facebook admitiu que o negócio é tenso. Clique pra continuar lendo

Facebook está trabalhando em um aplicativo para as pessoas interagirem anonimamente

por Pedro Katchborian | 7 outubro 2014

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O Facebook, a rede social anti-anonimato, que exige nome verdadeiro para registrar-se no site, está trabalhando em um aplicativo para as pessoas interagirem anonimamente. Pelo menos é o que diz o New York Times. O projeto está sendo tocado por Josh Miller, gerente de produto do Facebook. Clique pra continuar lendo

SP Invisível e Humanos da Quebrada: dois projetos que contam histórias reais no Facebook

por Pedro Katchborian | 6 outubro 2014

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É perigoso o scroll do mouse neste 6 de outubro. Um dia após as eleições, a timeline do Facebook está inundada de posts gigantes sobre política e provocações vazias entre partidos. E não pense que mudar de rede social vai te agradar muito. O Twitter está da mesma maneira, mas tudo limitado a 140 caracteres — ainda bem.

Entre tantas opiniões e ódios, deparei-me com dois projetos interessantes. A característica de ambos é misturar fotografia e histórias reais. E, sempre que vemos alguma história real no Facebook, é de se surpreender. Afinal, o que não falta lá são retratos falsos de vida. Pequenos recortes filtrados e cuidadosamente editados.

Os projetos que mostram as verdadeiras faces do ser humano são: Humanos da Quebrada e SP Invisível. O primeiro conta a história de pessoas de comunidades — o que vivem, o que fazem e simples histórias. Numa pegada do “Humans of New York“, mas sem a parte hipster. Clique pra continuar lendo

Hey Mãe, pra você falar engenheiro-do-hawaiizês com sua mãe

por Kaluan Bernardo | 6 outubro 2014

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Hey mães! A juventude hoje ainda é uma banda numa propaganda de refrigerantes. E se antigamente eles sabiam exatamente o que fazer, hoje eles não têm nada para fazer e ficam de zoeira com vocês no WhatsApp.

E se tudo passa, talvez você passe por aqui e apareça nessa página, Hey Mãe! Criada por @aquelathatylima, ela traz um compilado totalmente excelente de filhos conversando com suas mães em engenheiros-do-hawaiizês.

Caso alguém não goste da nata do rock gaúcho e não tenha percebido a brincadeira, trata-se de filhos com a cara limpa, a roupa suja, esperando que o tempo mude, dialogando com suas mães utilizando a letra de “Terra de gigantes”, do Engenheiros do Hawaii.

E como as mães são somente quem elas podem ser, com os sonhos que elas podem ter, suas vidas ficam tão confusas quanto a América Central, então não podemos acusá-las de serem irracionais quando caem nessas maravilhosas pegadinhas. Afinal de contas, as revistas, as revoltas, as conquistas da juventude são heranças, são motivos pras mudanças de atitude.

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15 diferenças entre usar o Facebook aos 20 e aos 30 anos

por BIA GRANJA | 2 outubro 2014

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Comecei a ler este post do Bustle e imediatamente pensei: CARACA, A HISTÓRIA DA MINHA VIDA! Inclusive ontem mesmo eu pensei sobre isso: a diferença das coisas que a gente posta no Facebook e outras redes sociais quando a gente tem 20 e poucos anos e quando a gente vira a casa dos 30. De fotos de festas muito doidas à fotos tediosas de chás de bebês e casamentos… a transição entre a vida loka e a vida de tiozinho acontece quando você menos espera.

Agora que eu tive filho isso ficou ultra mega claro pra mim. Eu lembro de ver as fotos de balada da galera no Instagram antes de ter filho e pensar: “nossa, que pique”. Hoje em dia eu olho essas mesmas fotos e penso: “ctz que essa pessoa não tem filho”. Por isso esse post do Bustle, que fala das principais diferenças entre usar o Facebook aos 20 e aos 30 anos, me pegou tanto.

Tomo a liberdade de reproduzir algumas dessas diferenças aqui e também sugerir as minhas pra que todos os meus amigos que já estão indo ladeira abaixo, como eu, possam se identificar.

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