O vazio em cada curtida

por Box 1824 | 31 outubro 2014

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No Facebook e no Instagram acompanhamos o registro de vários acontecimentos na vida dos nossos contatos: festas incríveis, livros de cabeceira cabeçudos, drinks e jantares elaborados, janelas de avião, céu azul na praia, piqueniques, risadas. No Foursquare também estão registradas as passagens por alguma galeria de arte incrível, aeroportos internacionais ou festas VIP. Por que tudo isso?

 

Imagem é tudo
As mídias sociais criaram uma silenciosa e acirrada disputa entre as pessoas para mostrar quem aparenta ter a vida mais bacana. Pensamos que estamos felizes com o que temos até nos depararmos com um update na rede social que sussurra o contrário: você poderia ser mais interessante. Não para você, claro, mas para os outros. De que adianta ser feliz sem platéia? Compartilhar um ideal de vida é a cauda de pavão virtual — e nem sempre corresponde à realidade.

Tudo isso reflete traços emocionais e psicológicos profundos em cada um de nós, interferindo na nossa auto-imagem, auto-estima e também na forma como nos relacionamos. Quando compartilhamos uma foto, um link ou um pensamento nas redes sociais, apresentamos fragmentos daquilo que desejamos que nos defina. Dessa forma, existe a necessidade de aceitação.

Um estudo australiano afirmou que o Facebook alimenta a necessidade de auto-promoção de usuários com característica mais narcisista e extrovertida. Ao mesmo tempo, são os solitários que gastam mais tempo na rede social, como uma forma de interagirem com o mundo. Receber um comentário em um post estimula a auto-estima e também pode aliviar uma solidão. As pessoas esperam ler o quanto ficaram bonitas na nova foto do perfil, como é lindo o lugar em que passaram as férias, ou como elas possuem bom gosto musical.

 

Ansiedade pela audiência
Porém, na era do imediatismo provido pela mobilidade, cria-se uma angústia e ansiedade por feedbacks – estes que vem em forma de likes e comentários. Muito mais que um narcisismo, é a carência e a necessidade de pertencimento. Números que vão crescendo. Refresh. Mais likes. A quantidade torna-se maior que a qualidade, como pequenas manifestações de interesse que tentam preencher algum vazio. Tudo é quantificável. Clique aqui pra continuar lendo a matéria no Medium da Box1824 >>>

 

 

Se você imprimisse e empilhasse todas as fotos do Instagram em um ano, até onde elas iriam?

por Pedro Katchborian | 20 outubro 2014

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Quantos posts você vê por dia no Instagram. E por semana? E por ano? Agora imagine a quantidade de fotos subidas por todas as pessoas do planeta? É coisa pra caramba, né? E pra se ter uma noção exata do que aconteceria se você empilhasse todas essas imagens, o Photoworld fez um infográfico bem legal.

Vá subindo e descobrindo até onde iriam as fotos até chegar no número final, com mais de 21,9 bilhões de imagens (!!!)

Clique abaixo e veja: Clique pra continuar lendo

Instagram da semana: a incrível arte do origami com @white_onrice

por Pedro Katchborian | 16 outubro 2014

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Existem diversos perfis de arte no Instagram, mas o que você vai ver a seguir é incomum. O usuário @white_onrice, criado pelo americano Ross Symons, faz incríveis artes com origami. Com “simples” dobraduras no papel ele faz animais, objetos, logos e muito mais.

São mais de 350 posts e 40 mil seguidores. A missão de Ross é postar uma foto/vídeo por dia.

Segue lá! Veja um pouco do trampo animal do cara: Clique pra continuar lendo

Instagram completa 4 anos hoje. Veja qual foi a primeira postada na rede social

por Pedro Katchborian | 6 outubro 2014

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O Instagram completa hoje 4 anos (só isso?) e tem muito o que comemorar. Afinal, a rede social ultrapassou os 200 milhões de usuários ativos. O app foi aberto ao público em outubro de 2010, mas a primeira foto postada foi em julho do mesmo ano, em uma época fechada para testes, quando a rede social ainda se chamava Codename.

E a primeira foto do Insta é… Clique pra continuar lendo

O maravilhoso Instagram da policia islandesa

por Pedro Katchborian | 22 setembro 2014

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É fato que a polícia sempre deve ser séria. Mas não vamos confundir seriedade com bom humor. É o caso da polícia islandesa, que tem um Instagram muito interessante. Selfies, fotos de animais e outras imagens divertidas compõe o repertório do perfil, que já conta com mais de 50 mil seguidores.

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5 maneiras bizarras como a rede social está mudando o seu cérebro NESTE MOMENTO

por BIA GRANJA | 15 setembro 2014

Um terço da população mundial está totalmente ligada nas redes sociais, então é óbvio que a influência delas na sociedade seja enorme hoje em dia. Mas qual o efeito das redes sociais no seu corpo…. mais especificamente no seu cérebro?

Entre 5 e 10% dos usuários de internet e redes sociais tem problemas reais pra controlar a quantidade de tempo que ficam online. Pesquisas mostraram que o uso das redes sociais tem impacto direto sobre às regiões do cérebro ligadas à emoção, atenção e tomada de decisão… E o vídeo abaixo, do pessoal da ASAP Science, explica em 3 minutinhos os 5 efeitos mais bizarros das redes sociais aí dentro da sua caxirola.

É em inglês mas tem legenda em inglês (porque ler é melhor que ouvir, né?) e em espanhol também.

Dá uma olhada:

Tumblr do dia: “Lua ou poste?”

por Pedro Katchborian | 10 setembro 2014

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Em tempos das tais “Superluas“, que são fenômenos que deixam o astro aparentemente 15% maior em nossos céus, é comum se deparar com fotos do satélite natural na timeline do Facebook ou Instagram.

E se tem uma imagem que fica ruim, a não ser que você tenha uma câmera profissional, são fotos da Lua. Afinal, ela tá a 384. 403 quilômetros daqui e, por mais que ela pareça bonita a olho nu, se você tirar uma fotografia com o smartphone é bem capaz da imagem não sair bem como você queria.

Na real, é provável que o astro na figura lembre muito um poste de luz. E há uma compilação dessas fotos horríveis no tumblr “Lua ou Poste“, em que você tem que adivinhar se a imagem é da Lua ou de um poste. Se liga: Clique pra continuar lendo

Por que você faz selfie?

por Pedro Katchborian | 3 setembro 2014

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Quando saímos na rua pra perguntar para as pessoas por que elas fazem selfies, por um momento passou na minha cabeça que seria necessário explicar o que significa o termo. Afinal, apesar de todo mundo aqui na internet saber o que é, não temos uma noção exata de como isso se aplica quando vamos pro mundo real.

Mas eu tinha me enganado: quando questionávamos os motivos pelos quais as pessoas tiravam os tais autorretratos, éramos quase corrigidos: ‘Selfie, né?’

Pra se ter uma ideia de como ela já tá inserida no nosso contexto social, segundo este estudo, mais de 50% da população já fez uma selfie, sendo que os lugares mais populares são a Austrália, os Estados Unidos e Canadá.

Isso indica que, apesar de rolarem várias críticas para a prática, com gente falando que as tiramos pra inflar o ego e ajudar a ganhar uns likes no Instagram ou Facebook, (quase) todo mundo faz — ou pelo menos já fez uma na vida. A selfie está tão presente na nosso cotidiano, que tirar uma selfie em um lugar inusitado parece ser normal.

E percebemos essa normalidade quando vimos as respostas da galera. Apesar de se tratar de um fenômeno da nossa geração, a selfie não tem uma explicação profunda. Elas são tiradas por motivos tão simples que podem até surpreender.

Se liga:

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O Instagram saiu do ar e a internet já começou sua zueira habitual

por BIA GRANJA | 28 agosto 2014

O Instagram está fora do ar não faz nem 30 minutos e a zoeira já está correndo solta pela timeline. Enquanto o aplicativo não volta a funcionar, vamos deixar vocês aqui com as melhores reações da galera do Twitter sobre o ocorrido:

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App do dia: Hyperlapse, o aplicativo pra fazer um timelapse com o seu smartphone

por Pedro Katchborian | 26 agosto 2014

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Os 15 segundos de vídeo no Instagram não possibilitam muita coisa. Não rola muito aquele humor do Vine e também não tem aquela ~veia artística~ das fotos da rede social do Facebook. Mas as coisas vão ficar mais interessantes com o aplicativo Hyperlapse. O app faz algo como um time-lapse ao acelerar a velocidade dos vídeos. Depois, é possível publicá-lo no Facebook ou no Instagram. Clique pra continuar lendo