South by youPIX – Qual a melhor forma de distribuir conteúdo e ter engajamento?

por youPIX | 1 abril 2015

Conteúdo todo mundo faz, mas o que está por trás daqueles que conseguem se espalhar pela internet e fazer as pessoas clicarem? O 2o episódio da websérie “South by youPIX” foca nas discussões sobre distribuição de conteúdo!

Jackeline Salomão conversou com Daniel Arcoverde (Netshow.me), Rita Moraes (Los Bragas) e Rodrigo Abdalla (Youtube) pra descobrir qual a melhor forma de distribuir seu conteúdo e aumentar o engajamento.

Como funciona o sistema de recomendação do Netflix? Qual impacto que uma imagem tem na divulgação de um conteúdo? Como refinar o engajamento do público com o seu conteúdo? Identificação, relevância, produtor de conteúdo multiplataforma… o que funciona? Assista no nosso vídeo:

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Assista também:

Meerkat, Periscope… Entenda por que o mercado está enlouquecido com apps de livestreaming

por BIA GRANJA | 26 março 2015

Onipresença de smartphones, planos de dados melhores e mais baratos e a Cultura do Selfie estão fazendo apps de livestreaming bombarem

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Imagem: B9

 

Livestreaming é uma coisa relativamente velha na internet e é possível que a maioria das pessoas por aqui já tenha feito ou assistido uma live. Apps/sites como Qik, Justin.TV e Livestream foram bem populares lá pra 2009/2010 e a Twitcam, ferramenta de livestreaming acoplada ao Twitter, fez muito sucesso e gerou várias polêmicas com celebridades mostrando suas intimidades na cam e tudo mais. Mas depois de pouco tempo, o hype passou e esses serviços foram deixados às moscas (alguns fecharam). Depois deles a gente também viu apps como Viddy e Socialcam nascerem e morrem.

Porém, hoje, meia década depois, o livestreaming voltou a ser a bola da vez e o mercado digital só fala – e investe alguns milhões de dólares – sobre o assunto. Apps como Camio, Meerkat e o recente lançado Periscope tem a proposta simples de dar aos usuários uma ferramenta pra que possam transmitir a banalidade de suas vidas, grandes eventos ou qualquer outro momento digno de ser compartilhado na internet.

Falamos sobre o Meerkat por aqui antes do hype que o app ganhou no SXSW semana passada. Logo de cara, vimos um potencial imenso no aplicativo, bem como investidores que deram 12 milhões de dólares pra ele – pessoas como os atores Jared Leto e Ashton Kutcher, um dos cofundadores do Youtube (Chad Hurley), Universal Music e vários outros VCs. Meerkating – o ato de fazer uma live usando o app – já está virando verbo entre celebridades e usuários digitais. E já tem gente fazendo “Meerathons“, maratonas de transmissão usando o app.

E hoje o Periscope, serviço de streaming que foi adquirido pelo próprio Twitter por 100 milhões de dólares, acaba de ser lançado oficialmente. O Twitter tenta correr atrás do prejuízo bloqueando alguns acessos do Meerkat a sua plataforma. Prepare-se para uma verdadeira guerra do streaming entre Meerkat e Periscope nos próximos anos.

Eu não consegui testar o Meerkat, porque ele exige que eu tenha a última versão do iOS, mas testei o Periscope e estou, desde já, enlouquecida com as possibilidades do app. Aqui tem uma bela tabela comparativa entre os dois. O grande diferencial do Periscope em relação ao rival é que ele guarda o vídeo após o streaming ao vivo. Achei a interface muito lindona e bem resolvida. Ele tem outros features bem legais como chat e a possibilidade de quem está assistindo clicar em cima da tela pra mandar corações pra quem tá fazendo a live, uma indicação de que está gostando do conteúdo.

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Encontros Inusitados da Web: Rafucko & Jacaré Banguela

por 3 Corações | 23 março 2015

Jacaré Banguela e Rafucko representam lados opostos da comédia: um usa o humor pra tirar sarro de tudo, o outro pra fazer ativismo. O que acontece quando eles se encontram?

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O humor serve pra muitas coisas hoje em dia… inclusive pra fazer rir. Ele pode servir como uma vaselina pra assuntos mais sérios, pode servir pra fazer crítica, pode falar sobre o trivial ou ser engajado. Tem humor politicamente correto, tem humor negro, tem humor sem graça e também tem gente que dá risada de tudo. Na internet, o humor é a linguagem primordial de tudo. Foi no ambiente democrático da internet que o brasileiro soltou sua veia humorística e onde alguns talentos surgiram.

É o caso do Rafucko e do Jacaré Banguela. Os dois fazem humor e usam a internet pra espalhar isso. Mas o primeiro é humor-ativista, enquanto o segundo tá numa onda de fazer humor com as bizarrices e causos do nosso cotidiano. Representando lados meio que diferentes da coisa toda, Rafucko e Jacaré não conheciam muito bem o trabalho um do outro. Antes da troca de perguntas entre eles, a gente conta mais sobre cada um…

Caetano Veloso chamou o Rafucko de “O Daniel Cohn-Bendit de 2013“, que vem a ser uma das principais figuras da revolução de Maio de 68 na França. Apesar de já fazer vídeos de humor-engajado em seu Youtube há anos, foi durante os protestos de 2013 que Rafael Puetter, o Rafucko, ganhou destaque.

Do outro lado, tem o Rodrigo Fernandes, que começou na internet há 11 anos com o Jacaré Banguela – blog que bombou absurdamente depois de divulgar aquele famoso vídeo da Daniela Cicarelli sendo feliz com o namorado em uma praia européia. De lá pra cá, Jacaré migrou pro Youtube – onde ele dirige enquanto entrevistas pessoas, cozinha, comenta sobre cultura pop e faz muitas piadas wébicas – até se descobrir comediante e sair da web pra se apresentar em casas de comédia e também virar repórter televisivo.

A seguir, o encontro honesto e inusitado entres os dois. Clique pra continuar lendo

Descobriram quem é a mulher por trás do canal DisneyCollectorBr

por youPIX | 9 março 2015

CARACA! Que história doida!

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Em dezembro do ano passado a gente falou aqui sobre o DisneyCollectorBR, o canal mais influente do mundo na atualidade (é o 1o no ranking do SocialBlade, a frente de youtubers como PewDiePie e Porta dos Fundos) e sobre como o mundo todo estava enlouquecido tentando descobrir quem era a dona das misteriosas mãos que faturam entre estimados 5 milhões de dólars por ano e somam mais de 5 bilhões de views no youtube.

Pois parece que acabaram de descobrir… e a história é mais interessante do que você imagina. Clique pra continuar lendo

É assim que se faz comercial pro Youtube!

por BIA GRANJA | 9 março 2015

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Um estudo mostrou que 94% dos comerciais são pulados quase imediatamente após os 5 segundos de tortura dos 5 segundos mais longos da sua vida em que não se pode pula-los. São os 5 segundos mais longos da história dos 5 segundos. Isso sem falar na galera que usa AD Block. E não é porque a mídia Youtube não funcione. Mas sim porque muitas marcas não se incomodam em criar algo especial pra plataforma, preferindo veicular por lá o mesmo comercial que foi pra TV. :(

(Inclusive acho interessante que os publicitários brasileiros não se esforcem mais pra criar pro Youtube, visto que o formato vídeo é um dos que eles mais sabem fazer por essas terras. Se a gente for pensar em anúncios ou ações pro mundo digital, talvez o Youtube seja um dos que mais se parecem com o que já era feito antes da web. Ao invés de 30 segundos, você tem apenas 5, mas seu suporte continua sendo o vídeo. Parece simples, mas a mentalidade de TV e de Youtube é muito diferente, um é broadcast, outro é interativo, customizável, e isso talvez esteja difícil de entender.)

Se você tem só 5 segundinhos pra chamar a atenção do ~youtubespectador~, o que você faz? Tenta fazer um comercial que seja atraente o suficiente pra manter a atenção do cara e faze-lo não pular o anúncio. Isso é o óbvio. Mas e se ao invés desse truque – que não vem dando certo – você usasse esses primeiros 5 segundos pra simplesmente falar tudo o que você tem pra falar? Seu anúncio se torna “impulável”, mas não porque ele é bom demais (tipo esse), e sim porque ele é tão eficiente que você já passou o recado e ele já acabou… e também porque ele é muito bom! Clique pra continuar lendo

Como ganhar dinheiro na internet sem depender de marcas

por LEO MAIA | 5 março 2015

6 modelos alternativos de receita pra produtores de conteúdo

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Quem trabalha produzindo conteúdo pra internet sabe que é dura a vida de quem precisa pagar as contas no final do mês mantendo a qualidade, relevância e a frequência do conteúdo publicado. Monetização é um dos assuntos mais velhos e desafiadores pra produtores de conteúdo na Era Digital, não só pros “independentes” ou representantes da “nova mídia”, mas também pros grandes portais e veículos da “velha mídia” que precisam se adaptar aos “novos tempos”. (Nossa, quanta aspa)

Já existem discussões infinitas sobre os modelos adotados por jornais na web, como Estadão, Folha, Wall Street Journal, New York Times e afins… e por isso nós vamos focar aqui na nossa comunidade, a dos criadores de conteúdo “independentes” (blogueiros, youtubers, etc).

Como um blogueiro, podcaster, youtuber, instagramer, viner ou snapchater ganha dinheiro hoje? Basicamente de três maneiras:

  • Display media (é o famoso banner, modelo baseado única e exclusivamente em audiência, por isso pouco vantajoso pra quem não tem centenas de milhares de views ou pageviews por mês, como os grandes portais – que aliás também estão sofrendo com CPMs cada vez mais baixos)
  • Publieditorial e Native Advertising (a marca “compra” um espaço editorial no seu canal e coloca conteúdo ali OU você, com o seu jeitinho, faz um conteúdo bacana pra marca dentro do seu canal)
  • Imagem (que é quando a marca compra a influência do criador de conteúdo e a sua figura – pra fazer merchan, participar de campanhas etc).

Pro cara que faz parte da comunidade de creators independentes (blogueiros, youtubers, etc, etc, etc), os dois primeiros formatos, que tem mais a ver com o canal (web e social) e menos com a pessoa, trazem um sustento mais sofrido. Mas os 3 são complicados. Por que? Clique pra continuar lendo

New YouTuber da semana: ‘Cantadas Crônicas’

por LEO MAIA | 5 março 2015

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Todo dia um ciclo se repete na web: uma noticia surge, todos comentam, talvez surjam alguns memes e piadinhas, se for polêmico já dá pra fazer textão e no outro dia ninguém mais fala sobre isso — existe uma nova polêmica para ser discutida.

E se na internet “qualquer coisa é nooooossa”, para Cirio tudo é motivo para pegar o violão e fazer um vídeo para o canal “Cantadas Crônicas”, que ainda não completou um ano, mas conta com 2 mil inscritos e pouco mais de 60 mil visualizações.

Inscreva-se no Cantadas Crônicas para ver Cirio transformando em rima as próximas noticias, meme e virais.  Clique pra continuar lendo

Estamos obcecados pela Jout Jout, a mais divertida nova youtuber brasileira

por LEO MAIA | 5 março 2015

Até semana passada eu não tinha ideia de quem era Jout Jout, até receber um vídeo de uma moça mega gente como a gente que fala sobre as coisas da vida de um jeito incrível e bem simples. O nome do vídeo é “NÃO TIRA O BATOM VERMELHO” (assim em caixa alta mesmo), e nele Jout Jout fala com muita simplicidade e didática sobre relacionamentos abusivos. Tema que nunca esteve tão em pauta.

Entre os comentários do Youtube, vi que muita gente também estava conhecendo Jout Jout através daquele vídeo. Pesquisando um pouco mais nas redes sociais, encontramos várias pessoas que, por terem visto Jout Jout, se mobilizaram contra os relacionamentos abusivos e transformaram o nome do vídeo em uma hashtag #NaoTiraOBatomVermelho. O resultado da campanha não intencional foi incrível e a própria Jout Jout comemorou em sua fanpage, veja aqui.

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Bastou um vídeo e eu já estava nas garras do amor do canal Jout Jout Prazer, inclusive iniciei uma maratona pra ver todos os vídeos que foram publicados.

Jout Jout liga sua câmera e fala, sem roteiros, sem medo de errar — e se errar tudo bem né, quem nunca? Cada cantinho da casa de Jout Jout já foi locação de algum vídeo. Seu namorado, o Caio, sempre participa dos vídeos, mas não mostra o rosto — a internet adora esse mistério e shippa MUITO o casal Cajout. Ah, a melhor atriz coadjuvante desse canal é Margot, dog da família e mãe de um monte de cachorros fofos.

A gente ficou aqui debatendo se seria exagero chamar a Jout Jout de Lena Dunham brasileira. Talvez um pouco, mas talvez não muito. Tal e qual a escritora americana e autora da série Girls, Jout Jout tem traduzido a dor e a beleza da vida de 20 e poucos anos com uma dose de irreverência, verdade e feminismo não panfletário difíceis de encontrar por aí.

Assistir Jout Jout é uma delícia… Clique pra continuar lendo

Canal “Orquestra Multiplayer” vai além do gameplay na hora de falar de jogos #newyoutuber

por LEO MAIA | 26 fevereiro 2015

Orquestra Multiplayer

O Youtube está lotado de canais sobre jogos, mas descobrimos o Orquestra Multiplayer que definitivamente não é um canal feito por gamers — eles são uma orquestra e fazem vídeos que fogem completamente do clássico gameplay. A verdade é que a galera desse canal não aparecerá com joystick, porque todos estão com com instrumentos musicais nas mãos tocando as melhores trilhas de games.

Aperte o play e mergulhe nas histórias dos seus games favoritos, a música fica por conta da Orquestra Multiplayer que inclusive tem uma série de vídeos que explicam como funcionam os instrumentos e mostram as apresentações da orquestra.

 

Se você é apaixonado por games e música, tenho certeza que vai assinar o canal da Orquestra Multiplayer Clique pra continuar lendo

Após 1 década, o Youtube ainda não é lucrativo

por BIA GRANJA | 26 fevereiro 2015

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Apesar de ter faturado 4 bilhões de dólares em 2014, o Youtube ainda não dá lucro. O faturamento aumentou em 1 bilhão de dólares de um ano pra outro, principalmente por conta da estratégia de vender antecipadamente pra marcas grandes presença nos top 5% dos vídeos que mais bombam e engajam no Youtube, mas o site ainda luta pra conseguir atingir o break even e dar dinheiro, reporta o Wall Street Journal. Depois de remunerar seus criadores e pagar a conta de servidores e toda a infra necessária pra manter o site no ar, praticamente não sobra nenhum dinheiro pra por no cofrinho.

No começo de 2014 eu escrevi um texto aqui no youPIX chamado “Vídeo é o futuro do mundo social, mas onde está o dinheiro?”. Eu me referia ao mercado de mídia brasileiro que tem 70% de sua verba concentrado na TV Globo, mas aparentemente, roubar dinheiro da televisão é um desafio mundial pro Youtube. Ano passado o Youtube lançou uma campanha de marketing mundial em que colocou alguns de seus principais creators em mobiliário urbano, TV, cinema e aviões, pra tentar mostrar que o site tem conteúdo foda (e com periodicidade), que é profissional e, principalmente, pra atrair o olhar dos anunciantes.

O que acontece que o Youtube, com uma audiência de 1 bilhão de usuários, não consegue ganhar dinheiro? A matéria aponta alguns motivos:

 

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